NOTAS SOLTAS (2)

Informação e discussão de temas relacionados com a notafilia portuguesa

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José Duarte
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NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor José Duarte » sexta abr 21, 2017 1:13 am

A ‘última’ nota da era Escudo
Notas Soltas está de volta.
Ainda na linha do NS anterior abordarei a chapa seguinte da nota de 500 Escudos, que tem a particularidade de ser a última nota da Era Escudo a ser lançada em circulação pelo Banco de Portugal (BdP).
Como o cartaz do BdP reproduzido abaixo ilustra e informa, a nota em questão (500 Escudos, Chapa 13, João de Barros, 1997) integra e completa a série das notas comemorativas dos Descobrimentos, lançadas durante a segunda metade da década de 90. Um período fértil da nossa economia e fervilhante em eventos e comemorações vinculadas à gesta (marítima) portuguesa de Quinhentos, com destaque para a realização da EXPO’98, sob o signo temático dos Oceanos, que em relação ao universo colecionista veio enriquecer a diversidade das nossas coleções.
Em 1991 o BdP, enquanto banco emissor, viu-se confrontado com uma ‘troika’ de situações (necessidade de reimprimir notas, associar-se à comemoração futura dos Descobrimentos Portugueses e celebrar, em 1996, os seus 150 anos).
Naturalmente, e conjugando estas três situações, o Banco de Portugal aderiu às comemorações em mar de ondas firmes, registando a seu modo para a posteridade a proeza de Portugal, um ‘pequeno’ e estreito país plantado nos fundos do sudoeste da Europa, mas gigante na ação, ao dar ‘novos mundos ao mundo’.


CARTAZ.NOTAS.DESCOBRIMENTOS.10000a500ESCUDOS.jpg

A imagética da série das notas comemorativas dos Descobrimentos estabelece em comum a efigie de uma figura grada ligada aos Descobrimentos Portugueses, que a seguir listamos pela ordem da data de lançamento em circulação.
A nota de 500 Escudos foi, assim, a quinta e última da série a ser emitida.

Série das Notas Comemorativas dos Descobrimentos

tabela1.JPG


Nota de 500$00, chapa 13

500ESC.CH13.ABR1997.05A000084.PGCS67.FV.jpg


A nota de 500$00, chapa 13, João de Barros, aqui representada em ambas as faces por um exemplar certificado foi emitida com datas de 1997 (abril e setembro) e de 2000, gerando três conjuntos distintos e outros tantos pares de séries/prefixos iniciais e finais, com nova estrutura de série/numeração alfanumérica relativamente à estrutura clássica, de que a chapa 12 era exemplo.
A informação oportunamente disponibilizada pelo BdP (e já plasmada nas notas conhecidas) confirma que as séries especiais abaixo descritas estarão corretas. A exceção, a existir, será a registada como a última série desta chapa (95A).
Ainda não encontrei informação oficial escrita sobre o assunto e o livro das “Assinaturas das Notas do Banco de Portugal” (1999) foi editado antes da emissão do ano 2000 ter visto a luz. Caso algum forista tenha conhecimento ou encontre alguma série com ordenação superior à 95A agradeço e solicito a sua partilha.
Assim, a primeira série da chapa é a 01A, sendo a última (conhecida) a 95A. Tal como já referi para a chapa 12, pelo meio encontramos as restantes ‘irmãs’.
Da informação do BdP, à data de 1999, infere-se que para o total das duas datas de 1997 foi autorizada a emissão de 79 séries (de um milhão de notas cada), correspondendo a 79 milhões de notas, repartidas respetivamente por 40 e 39 milhões, estando em aberto a tiragem da emissão do ano 2000. No entanto, considerando como certo que a emissão de 2000 terá tido 16 séries, também a um milhão cada, acrescentam-se 16 milhões de notas.
Nesta base o total de notas emitidas na chapa deveria alcançar 95 milhões, sendo que a 31 de dezembro de 1998 o BdP informa terem sido emitidas 53,329402 milhões. Importa, pois, confirmar qual a tiragem efetiva das mesmas.
A primeira emissão de 40 milhões de notas teve autorização por Conselho de Administração do BdP de 17 de abril de 1997, data que também está impressa nas notas, com entrada em circulação a 17 de setembro desse mesmo ano.
Cumpre ainda referir que as notas de 500 Escudos desta chapa coexistiram em circulação por dois meses (janeiro e fevereiro de 2002) com as então novas notas do Euro e foram retiradas de circulação em 28 de fevereiro de 2002.
A sua troca no BdP prescreverá em 01 de março de 2022.
Inscrevo a seguir um quadro com o registo das datas tipografadas em cada uma das três emissões, as tiragens prováveis e as respetivas primeiras e últimas séries.

tabela2.JPG


500ESC.CH13.ABR1997.01A-40A.jpg


500ESC.CH13.SET1997.41A-79A.jpg


500ESC.CH13.NOV2000.80A-95A.jpg


A figura e o autor da nota
João de Barros (Viseu, 1496 - Pombal, 1570) é considerado o primeiro grande historiador português e pioneiro da gramática da língua portuguesa, que contribuiu para a padronização da língua, tal como era falada no seu tempo.
Educado na corte de D. Manuel I, no auge do período dos Descobrimentos Portugueses, concebeu ainda jovem a ideia de escrever uma história dos portugueses no Oriente.
D. João III concedeu-lhe em 1521 o cargo de capitão da fortaleza de São Jorge da Mina, para onde partiu no ano seguinte. De volta a Lisboa, em 1532, o rei designou-o feitor das casas da Índia e da Mina.
Em 1535 João de Barros foi honrado com a posse de duas capitanias, na colónia do Brasil, mas acabou com grandes problemas financeiros que se arrastaram até ao fim da vida. Ainda assim prosseguiu os seus estudos e publicou a Grammatica da Língua Portuguesa, em 1540. Seguiu-se a escrita de uma história sobre os feitos dos portugueses na Índia - as ‘Décadas da Ásia’. Publicou três volumes e iniciou um quarto que haveria de ser completado por João Baptista Lavanha (matemático, cosmógrafo e cronista-mor do reino) e publicado em Madrid (1615) muito depois da sua morte.
Às "Décadas" de João de Barros seriam adicionadas mais nove da autoria do historiador e 1º guarda-mor da Torre do Tombo de Goa Diogo do Couto, cuja efígie podemos encontrar na nota de 100 Escudos, Chapa 2. A primeira edição completa das ‘14 décadas’ surgiu em Lisboa, já no século XVIII (1778 - 1788).
Enquanto historiador e linguista, João de Barros merece destaque. As suas "Décadas" constituem uma fonte preciosa de informações sobre a história dos portugueses na Ásia e são como que o início da historiografia moderna em Portugal e no Mundo.
As maquetas da nota são, tal como para as restantes notas desta série comemorativa dos Descobrimentos, da autoria do artista plástico Professor Luís Filipe de Abreu, vulto das artes que notafilistas e filatelistas bem conhecem de outras obras fiduciárias (12 notas) e da vasta criação de quase 150 originais para selos postais, vários deles premiados internacionalmente. A título de curiosidade, refiro que a numismática portuguesa do Euro verá ainda este ano acrescentar uma moeda da sua autoria. Trata-se da moeda de 2 euros comemorativa dos 150 Anos do Nascimento de Raul Brandão, prevista para sair em outubro.

Breves notas técnicas
Tal como havia sucedido para a nota de 2000 Escudos, chapa 1, os trabalhos de originação e de impressão foram postos a concurso separadamente, a partir da maqueta original de Luís Filipe de Abreu.
O primeiro trabalho foi ganho pela firma suíça De La Rue Giori, SA (Lausane) e o da impressão foi vencido e adjudicado à firma francesa François-Charles Oberthur Fiduciaire (Paris).
O fundo é impresso a três cores, pelo processo offset simultâneo, além de também utilizar, na frente, uma impressão talho-doce com três tintas.
A aposição do texto complementar (série, numeração, data, as legendas ‘O Governador’, ‘O Vice-Governador’, ‘O Administrador’, as chancelas das assinaturas e a impressão de elementos de segurança em offset húmido) foi tratada nas oficinas do BdP.
Para lá da efígie de João de Barros, os elementos decorativos visíveis na frente assentam em desenhos num fundo policromático estimulados em títulos das obras de João de Barros; um mapa-múndi evidenciando a influência portuguesa na África e Ásia e a assinatura do homenageado, entre a efígie e a margem direita da nota.
No verso, o fundo policromático foi inspirado numa das páginas do códice ‘Imagens do Oriente do Século XVI’, da biblioteca casanatense, ilustrando uma cena da vida na Índia; a “esfera das letras”, destinada ao ensino de leitura, e adaptada de uma xilogravura da ‘Cartinha’, além de uma vinheta que representa duas figuras, simbolizando um homem de ciência e letras e um mercador, ilustrando naus ao fundo.

Papel
O fabrico do papel foi adjudicado por concurso e sob especificações do BdP à firma inglesa Portals Limited, entretanto adquirida pela De La Rue Plc.
O papel é 100% de algodão, levemente colorido de amarelo, de 85 g/m2, com marca de água no primeiro terço do lado esquerdo da frente, reproduzindo a efígie de João de Barros virada para o centro da nota e reduzida relativamente à estampada.
Apesenta ainda filete de segurança magnético fluorescente, reagindo em vermelho sob luz ultravioleta, podendo ver-se à transparência o dístico ‘Portugal’.
O papel incorpora ainda fibras fluorescentes invisíveis, com reação nas cores verde e vermelha sob a luz ultravioleta, distribuídas ao acaso sobre toda a superfície.

Dimensões e assinaturas
As dimensões da nota (incluindo as respetivas margens) medem 125x68 mm.
Ao longo das três datas desta chapa podem contar-se 13 pares de assinaturas conhecidas.
As duas emissões de 1997 registam (cada uma) seis pares de assinaturas idênticas, constituídas pela do Governador António José Fernandes de Sousa (1994 – 2000) que emparelha com as de dois Vice-Governadores, António Manuel Martins Pereira Marta (1994 – 2006) e Luís Manuel Moreira de Campos e Cunha (1996 – 2002), além de quatro Administradores, Abel Moreira Mateus (1992 – 1998), Bernardino Manuel da Costa Pereira (1993 – 1999), Diogo José Paredes Leite de Campos (1994 – 2000) e Carlos Alberto de Oliveira Cruz (1996 – 2000).
Finalmente, a última data (2000) desta chapa limita-se a oferecer um par de assinaturas constituído pela do novo e último Governador que liderou o BdP com capacidade emissora, governando o banco na transição do Escudo para o Euro, Victor Manuel Ribeiro Constâncio (2000 – 2008), que já havia assinado notas de outras chapas na qualidade de Vice-Governador (1977 – 1985), ocupando atualmente o cargo de Vice-Governador do Banco Central Europeu (BCE/ECB), e pela do Administrador Herlânder dos Santos Estrela (1998 – 2003).

Elementos de segurança identificáveis pelo público
Registo frente/verso: constituído por desenhos parciais de uma Esfera Armilar, impressos em cada uma das faces, que quando a nota é observada à transparência a reconstituem.
Imagem latente: constituída pelo valor da denominação, é visível, quando se observa a nota segundo uma visão rasante.
Marca de água: com figura igual à efígie, mas reduzida e virada para o centro, sendo obtida por diferenças de espessura do papel e observável à transparência.
Filete de segurança magnético fluorescente: Situado no lado esquerdo, entre o quarto e o meio da nota, com microimpressão sucessiva, alternando a legenda PORTUGAL em posição direita e invertida; de cor vermelha sob luz ultravioleta.
Fibras fluorescentes: de cores vermelha e verde, só visíveis sob luz ultravioleta.
Microimpressão: a parte esquerda de enquadramento da efígie é constituída por microimpressão dos textos das obras de João de Barros.

E, por agora, concluo este Notas Soltas (2), aguardando o vosso feedback e contribuições que julguem adequadas.

Fontes:
 O Papel-Moeda em Portugal, 2ª edição (revista e atualizada em 2 volumes), BdP 1997
 Assinaturas das Notas do Banco de Portugal, edição BdP 1999
 Diário da República
 Coleção pessoal
Não tem Permissão para ver os ficheiros anexados nesta mensagem.
Cumprimentos,
José Duarte

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tm1950
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor tm1950 » sexta abr 21, 2017 8:39 am

Mais um magnífico "Notas Soltas". :clap3:
Desta vez mais pacífico, pois faltará apenas conhecer a emissão de 2000 e o total da emissão da Chapa.
Celso.
Saúde e Fraternidade.
Os meus leilões

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silvio2
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor silvio2 » sexta abr 21, 2017 8:52 am

Obrigado, por mais uma interessante dissertação, sobre o tema "Notafilia" e, também, acerca de um dos grandes vultos, da História de Portugal.
Bem haja! :clap3:
Cumprimentos,
Sílvio Silva

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Netfobia
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor Netfobia » sexta abr 21, 2017 9:27 am

Grande trabalho. Os meus sinceros parabens.

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valdemar1959
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor valdemar1959 » sexta abr 21, 2017 2:24 pm

Excelente trabalho amigo José Duarte. Os meus parabéns! :clap3:

Um abraço!
Valdemar Pereira

As minhas Vendas! viewtopic.php?f=25&t=117756

SANCHO
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor SANCHO » sexta abr 21, 2017 10:45 pm

Muito bom trabalho.
Ficou tudo dito.
Sempre me questionei sobre a necessidade do reforço de 2000, cuja decisão foi de certo baseada em estudos adequados mas não sabemos hoje se foram os mais correctos.
Com a entrada do euro houve uma diferença que se fez sentir:
Passámos duma situação em que a moeda mais "alta" era de 200$00 e a nota mais "baixa" de 500$00 para o equivalente a 400$00 e 1.000$00

RubenGMelo
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor RubenGMelo » sábado abr 22, 2017 4:02 pm

Mais uma excelente trabalho do caro amigo Duarte, os meus parabéns!

Adoro o folheto informativo desta série, que partilha connosco! Faltará apenas demonstrar o espécime da nota em questão.

Imagem

Por coincidência tenho duas primeiras séries 01A000158 e 41A000075.

SANCHO Escreveu:Com a entrada do euro houve uma diferença que se fez sentir:
Passámos duma situação em que a moeda mais "alta" era de 200$00 e a nota mais "baixa" de 500$00 para o equivalente a 400$00 e 1.000$00


Existem estudos que demonstram que o Euro aumentou imenso o custo de vida das famílias portuguesas, basta verificar com este exemplo banal, o preço de um café rondava os 60 escudos na altura, hoje custa 60 cêntimos, um aumento de 50%! Os mesmos estudos demonstram que o rendimento das famílias aumento cerca de 7% nestes últimos 15 anos!
Cumprimentos,

Ruben Melo

Megaleilões: https://megaleiloes.pt/RubenGM/loja

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silvio2
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor silvio2 » sábado abr 22, 2017 4:30 pm

RubenGMelo Escreveu:...//...
SANCHO Escreveu:Com a entrada do euro houve uma diferença que se fez sentir:
Passámos duma situação em que a moeda mais "alta" era de 200$00 e a nota mais "baixa" de 500$00 para o equivalente a 400$00 e 1.000$00

Existem estudos que demonstram que o Euro aumentou imenso o custo de vida das famílias portuguesas, basta verificar com este exemplo banal, o preço de um café rondava os 60 escudos na altura, hoje custa 60 cêntimos, um aumento de 50%! Os mesmos estudos demonstram que o rendimento das famílias aumento cerca de 7% nestes últimos 15 anos!

Pois é ... os números não mentem! :(
Imagem
Cumprimentos,
Sílvio Silva

José Duarte
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor José Duarte » sábado abr 22, 2017 6:49 pm

Obrigado a todos pelas palavras de simpatia e incentivo.
Aproveitei para substituir as tabelas artesanais e desformatadas por imagens das originais, melhorando a estética.

Relativamente ao ponto abordado pelos amigos foristas (Sancho, Ruben e Sílvio) todos têm razão, em função da 'realidade histórica' pós-escudo.
Houve, efetivamente, um aumento acentuado de alguns bens e serviços com a 'simpatia' monetária do euro, um pouco esbatido pela 'analogia' dos algarismos iniciais (1 e 2) e pela imagem bimetálica das moedas de 100 e de 200 escudos com as moedas de 1 e de 2 euros, ou seja, numa proporção de 1 para 2.
No entanto, 'inflação' à parte, não deixa de ser pertinente referir que, tal como o prezado Sancho observou, talvez não se justificasse, pelo 'tempo datado' e necessidade monetária, uma terceira 'emissão' desta chapa 13.
Mas já que foi lançada... a coleção agradece.
Cumprimentos,
José Duarte

José Duarte
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Re: NOTAS SOLTAS (2)

Mensagempor José Duarte » sábado abr 29, 2017 8:31 pm

Prezado Ruben,

Aproveitando o intervalo do futebol, deixo-lhe uma nota que me esquecera de referir.

Desde logo, parabéns pelo 'espécime' que postou.
Curiosamente, já tive oportunidade de adquirir um a preço muito simpático, mas distraí-me; é, pois, o único 'espécime' da série das notas comemorativas dos Descobrimentos que me falta. Logo que a oportunidade surja, deverei adquirir um exemplar, a preço controlado, claro!.
Cumprimentos,
José Duarte


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