Fórum Numismática

Lugar de convívio de colecionadores de moedas, notas e outros artigos
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 Assunto da Mensagem: IPHAN
MensagemEnviado: terça jul 21, 2009 7:42 pm 
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Reinado D.Afonso Henriques

Registado: terça jul 21, 2009 12:55 am
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Localização: Rio de Janeiro, Brasil
Vou tratar de um assunto que está gerando um certo descontentamento com os numismatas brasileiros. O IPHAN entrou com uma ação e proibiu a venda de moedas do império e da colônia num grande site de vendas (M#rcado Livr#) e isso gerou bastante polêmica, pois com o parecer da justiça vender moedas desses períodos sem o cadastro e a permissão do IPHAN configura crime. Conversei com um amigo de Belo Horizonte e ele me disse que já "vistoriaram" algumas lojas lá e recolheram as peças desses períodos. Peço aos numismatas brasileiros que não fiquemos de braços cruzados enquanto o IPHAN fica querendo aparecer. Gostaria de saber se os brasileiros no fórum já sabiam dessa palhaçada :angry: do IPHAN. Será que seremos todos presos :hammer: ????

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Rodrigo Leite

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 Assunto da Mensagem:
MensagemEnviado: terça jul 21, 2009 10:30 pm 
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Reinado D.Afonso Henriques
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Registado: terça nov 09, 2004 2:50 am
Mensagens: 15092
Localização: Brasil
Já soube.
Ainda não li essa sentença. Isso é palhaçada. No Iphan não deve ter sequer um perito em numismática. O que eles querem? Que os acervos fiquem todos com o Estado por confisco?
Ninguém está entendendo isso. Vou ver se encontro essa "sentença"...
Isso é falta do que fazer, pois o patrimônio arquitetônico do Brasil está caindo, e cadê o IPHAN? Atrás de moedas?
:angry:

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"O colecionador é um homem mais feliz"
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 Assunto da Mensagem:
MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 12:03 am 
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Reinado D.Afonso Henriques

Registado: terça jul 21, 2009 12:55 am
Mensagens: 5127
Localização: Rio de Janeiro, Brasil
Inclusive ele é advogado e disse que essa ação foi do MP. Ele também disse que só viu promotor fazer 2 coisas: 1-atrapalhar andamento de processo e 2-fazer medida polêmica pra "aparecer". Nesse caso o promotor fez as 2 coisas!!! :2evil:

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Rodrigo Leite

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 Assunto da Mensagem:
MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 12:20 am 
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Reinado D.Afonso Henriques
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Registado: sábado mar 07, 2009 12:07 pm
Mensagens: 4949
Localização: Maia - Porto - Portugal
:think: Desconheço, mas deve ser mesmo palhaçada, talvez o IPHAN (Organismo que se fala e desconheço) tenha muitos interessados em as colecionar, (se não digo algo barbaro) :2evil:

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C/ Melhores cumprimentos:
M E N D E S
€uroe$cudo

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 Assunto da Mensagem: Re: IPHAN
MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 7:51 am 
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Reinado D.Manuel II

Registado: sexta jun 19, 2009 6:35 pm
Mensagens: 81
Localização: PERNAMBUCO, BRASIL
A atuação do IPHAN esta baseado em lei, devidamente explicitada nos termos de uma Instrução Normativa. O Brasil esta passando por mudanças, não queremos ser mais o país da impunidade. Apesar de reconhecer que há evidentes exageros na legislação brasileira, à exemplo do rigor das leis ambientais, não podemos esquecer que o sentimento de impunidade parte das pequenas infrações. Pessoalmente, entendo que há coisas mais urgente para o IPHAN, como lutar pela preservação do nosso patrimônio histórico. No entanto, o comercio de antiguidades é normatizado em quase todos os países, assim, cedo ou tarde esta normativação chegaria ao Brasil. Outra coisa, não se pode confudir eventual desvio de conduta de alguns membros do Ministério Público com a instituição em si, que está prestando relevantes serviços ao país no combate a corrupção, a pedofilia, ao turismo sexual, entre outros.

Enfim, é bom ler a instrução normativa e, existindo abusos do órgão, sempre haverá a possibilidade de tutela jurisdicional, através de mandado de segurança pelos prejudicados injustamente. O texto dela é o seguinte:

Seg. Cultural - IPHAN cria cadastro para obras de arte.

14/06/07

INSTRUÇÃO NORMATIVA IPHAN Nº 1, DE 11 DE JUNHO DE 2007

Dispõe sobre o Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros, e dá outras providências.

O Presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan , no uso das suas atribuições legais e regimentais, Considerando a imprescindibilidade de implantação do Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros, previsto nos artigos 26 e 27 do Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937;

Considerando a necessidade de incluir no Inventário Nacional de Bens Culturais de Natureza Material as obras de arte e objetos de antiguidade, manuscritos e livros antigos ou raros não tombados em comercialização; Considerando a necessidade de que o Iphan seja informado das antiguidades, obras de arte de qualquer natureza, manuscritos e livros antigos ou raros que forem objeto de comercialização, para que identifique os bens passíveis de acautelamento como patrimônio histórico e artístico nacional, resolve: Implantar o Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros, previsto nos artigos 26 e 27 do Decreto-lei 25/37, que será regido pelas disposições constantes desta Instrução Normativa.

Art. 1º. Fica instituído no âmbito do Iphan o Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros, de que tratam os artigos 26 e 27 do Decreto-lei 25/37.

Art. 2º. Os negociantes de antiguidades que exerçam, individualmente ou em sociedade empresarial, as atividades de compra, venda, importação ou exportação, de obras de arte de qualquer natureza, de manuscritos e livros antigos ou raros ficam obrigados a proceder à inscrição no cadastro especial do Iphan , nos termos do que estabelece esta Instrução Normativa. Parágrafo único. Os negociantes abrangidos no caput deste artigo compreendem as pessoas físicas ou jurídicas que exercem as suas atividades por venda direta, em consignação, leilão, agenciamento, comércio eletrônico ou por qualquer outra forma de contratação.

Art. 3°. Estão sujeitas ao cadastro especial no Iphan as pessoas que comercializem os seguintes bens culturais:
I - Obras de artes plásticas e visuais, produzidas no Brasil ou no estrangeiro até 1970, inclusive, de autoria consagrada pela historiografia da arte;
II - Obras de arte, documentos iconográficos e objetos de antigüidade, de qualquer natureza, produzidos no Brasil até o final do século XIX (1900 inclusive) ou no estrangeiro, inseridos na cultura brasileira no mesmo período; III - Objetos etnográficos produzidos no Brasil com mais de 50 anos e àqueles sem limite cronológico relativos a populações extintas;
IV - Os conjuntos ou coleções de documentos arquivísticos, de qualquer gênero, produzidos ou reunidos por uma mesma pessoa, família ou instituição, sem limite cronológico, relacionado à história do Brasil;
V - Os documentos arquivísticos manuscritos, impressos e mistos relacionados à história do Brasil, temas ou pessoas relevantes para a historiografia brasileira e a paisagens ou situações sociais brasileiras, produzidos até o século XX (2.000 inclusive);
VI - Os filmes produzidos no Brasil até 1930, inclusive;
VII - Os registros de músicas, discursos, propagandas e programas de rádio produzidos no Brasil até 1930, inclusive;
VIII - Os registros sonoros de pesquisas científicas produzidas no Brasil, sem limite cronológico;
IX - Os livros antigos ou raros, desse modo consagrados na literatura especializada, ou que tenham valor literário, histórico ou cultural permanente:
a) a Coleção Brasiliana: livros sobre o Brasil - no todo ou em parte, impressos ou gravados desde o século XVI até o final do século XIX (1900 inclusive), e os livros de autores brasileiros impressos ou gravados no estrangeiro até 1808;
b) a Coleção Brasiliense: livros impressos no Brasil, de 1808 até nossos dias, que tenham valor bibliofílico: edições da tipografia régia, primeiras edições por unidades federativas, edições príncipes, primitivas ou originais e edições em vida - literárias, técnicas e científicas; edições fora de mercado, produzidas por subscrição; edições de artista;
c) Os incunábulos, pós-incunábulos e outras edições impressas e gravadas, célebres ou celebrizadas, de evidenciado interesse para o Brasil, impressas artesanalmente nos séculos XV a XVIII (1800 inclusive), em qualquer lugar;
d) As publicações periódicas e seriadas, em fascículos avulsos ou coleções: títulos sobre o Brasil - no todo ou em parte, impressos ou gravados no estrangeiro até 1825; títulos impressos ou gravados no Brasil, de 1808 a 1900, inclusive; folhas volantes - papéis de comunicação imediata, originalmente oltos e esporádicos, impressas ou gravadas no Brasil, no século XIX (1900 inclusive); os títulos manuscritos, configurados como jornalismo epistolar, produzidos ou não sob subscrição no Brasil, no século XIX (1900 inclusive); os títulos célebres ou celebrizados, de evidenciado interesse para o Brasil, impressos ou gravados artesanalmente, nos séculos XVI a XVIII (1800 inclusive), em qualquer lugar.
X - Os exemplares de livros ou fascículos de periódicos representativos, respectivamente, da memória bibliográfica e hemerográfica mundial, avulsos ou em volumes organizados ou factícios, que apresentem marcas de colecionismo ativo ou memorial, tais como: ex libris, super libris, ex-donos e carimbos secos ou molhados; marcas de leitura personalizadas; marcas de exemplar de autor, com anotações autógrafas ou firmadas que evidenciam o amadurecimento e a redefinição do texto.

Art. 4º. A inscrição no Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros será realizada mediante o preenchimento de formulário, contendo os seguintes dados e informações:
I - Pessoa física: nome completo; número de inscrição no cadastro de pessoas físicas da Receita Federal; carteira de identidade; endereço residencial e comercial; telefones; endereço eletrônico;
II - Pessoa jurídica: firma ou razão social do estabelecimento; nome fantasia, quando houver; número de inscrição no cadastro nacional de pessoas jurídicas da Receita Federal, endereço; telefones; site na Internet, se houver; endereço eletrônico; nome e qualificação do representante.

Art. 5º. No ato da inscrição no cadastro especial, a pessoa deverá apresentar a relação descritiva dos objetos disponíveis para comercialização, em estoque ou reserva, contendo as informações mínimas abaixo especificadas, e também na forma do Anexo I, que integra esta Instrução Normativa:
I - em caso de obra de arte, objeto de antiguidade, objeto de arte e objeto etnográfico: nome do objeto; título; autoria, época; origem, material/técnica; marcas/inscrições/legendas; dimensões (altura, largura, profundidade, comprimento, diâmetro); peso; consignação ou propriedade; fotografia;
II - em caso de documentos arquivísticos: título, incluindo tipo de documento/espécie e assunto; autor; destinatário; local de produção; data; volumes/tomos/rolos/páginas/folhas; duração; escala; no caso de conjuntos, produtor ou colecionador; consignação ou propriedade; III - em caso de livros antigos ou raros: autor, título, edição, imprensa (local, editora, data), extensão (total de volumes/tomos/partes/páginas/folhas), dimensão (altura, tomada pela lombada, em centímetros), informação adicional que personalize o exemplar; consignação ou propriedade.

Art. 6º. A inscrição no Cadastro Especial dos Negociantes de Antiguidades, de Obras de Arte de Qualquer Natureza, de Manuscritos e Livros Antigos ou Raros, suas atualizações e alterações farse-ão nas Superintendências Regionais do Iphan , na circunscrição onde residir o comerciante ou estiver situada a sede do estabelecimento empresarial.
§ 1º. A relação descritiva apresentada no ato da inscrição, prevista no artigo 5º desta Instrução Normativa, será atualizada semestralmente.
§2º. As alterações de qualquer natureza corridas na relação descritiva que antecedam a conclusão do semestre serão, na ata do evento, levadas ao conhecimento do Iphan, para fins de juntada ao cadastro especial, em documento intitulado Modificação de Dados Cadastrais.
§ 3º. As alterações de que trata o parágrafo anterior serão incorporadas à relação descritiva que lhes for imediatamente subseqüente.

Art. 7º. Sempre que os agentes de leilões tiverem de vender objetos de natureza idêntica à dos mencionados no artigo 3º desta Instrução Normativa, deverão igualmente apresentar a respectiva relação descritiva nas Superintendências Regionais do Iphan , na circunscrição onde ocorrerá o evento, sob pena de incidirem na multa prevista no artigo 27 do Decreto-lei 25/37.
Parágrafo único. A relação descritiva dos objetos que serão leiloados deverá ser fornecida ao Iphan com antecedência mínima de 30 (trinta) dias úteis da data designada para a abertura do leilão.

Art. 8º. As pessoas que estiverem obrigadas a promover à inscrição de bens de valor histórico e artístico no cadastro especial do Iphan , na forma do artigo 3º desta Instrução Normativa, e que deixarem de adotar as providências necessárias para o seu cumprimento, ficarão sujeitas à comunicação do fato ao Ministério Público Federal para fins de responsabilização administrativa, cível e criminal.

Art.9º. O Iphan, em razão do disposto no Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937 e na Lei 4.845, de 19 de novembro de 1965, poderá inspecionar, bem como solicitar quaisquer informações sobre os bens históricos e artísticos de que trata esta Instrução Normativa, em consignação ou propriedade do comerciante ou leiloeiro, independentemente do local onde se encontrarem, sempre que julgar conveniente e oportuno.

Art. 10. Os negociantes de antiguidades que exerçam atividades comerciais, na forma do artigo 2º desta Instrução Normativa, terão um prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data da publicação da presente, para proceder a sua inscrição no cadastro especial do Iphan .

Art. 11. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

LUIZ FERNANDO DE ALMEIDA

ANEXO I

REGISTRO ESPECIAL DE NEGOCIANTES DE ANTIGUIDADES, DE OBRAS DE ARTE, DE MANUSCRITOS, DE LIVROS ANTIGOS OU RAROS.
Dados para preenchimento da relação descritiva dos objetos disponíveis para comercialização, em estoque ou reserva:
A) EM CASO DE OBRA DE ARTE, OBJETO DE ANTIGUIDADE, OBJETO DE ARTE, OBJETO ETNOGRÁFICO:
OBJETO: Informar o termo pelo qual o objeto é identificado. Ex: Escultura religiosa; Cálice; Crucifixo; Pintura.
TÍTULO: Item utilizado para Artes Visuais (Pinturas, Esculturas, etc.).
1. Indicar entre aspas, quando fornecido pelo autor, constante do objeto, ou atribuído por estudos especializados, já publicados.
Ex: OBJETO: Pintura
TÍTULO: "Paisagem"
2. Não havendo título, atribuir um, de acordo com o tema, utilizando linguagem concisa, seguido do termo "atribuído", entre parênteses.
Ex: TÍTULO: Cristo e a Samaritana (atribuído).
3. Não sendo possível atribuir um título, informar Sem título.
Ex: Sem título
AUTORIA: Informar o nome completo do autor/fabricante, nos casos de objetos assinados ou identificados com base em fontes documentais.
Ex: AUTORIA: Antonio de Pádua e Castro.
Atribuição: Nos casos em que o objeto possua características peculiares a determinado autor, não podendo ser confirmada sua autoria, por inexistência de documentação comprobatória, mas havendo consenso entre pesquisadores da área sobre a atribuição, colocar o nome completo do autor, seguido do termo atribuição, entre parênteses, referenciando no item OBSERVAÇÕES.
Ex: Francisco Vieira Servas (atribuição).
1. Quando o autor for conhecido por algum apelido, citá-lo, após a indicação de seu nome completo.
Ex: AUTORIA: Valentim da Fonseca e Silva - MESTRE VALENTIM.
2. No caso de objetos cuja autoria/fabricantes não seja identificada, citar autor/fabricante não identificado.
ÉPOCA: Identificar a época exata / aproximada de fatura do objeto, procurando ser o mais preciso possível, enquadrando o objeto do mais específico para o mais genérico:
.1754.
.1º/2º Quartel do Século XVIII.
.1ª/2ª Metade do Século XVIII.
.Século XVIII.
1. Para datação ou época não comprovadas, usar ponto de interrogação, entre parênteses.
Ex: 1725 (?).
Século XVIII (?).
2. Para datação aproximada usar o termo "circa", entre parênteses.
Ex: 1725 (circa).
ORIGEM: Especificar o local de fatura do objeto, do mais específico para o mais genérico. - Cidade e/ou Estado, Região e/ou País. Em caso de dúvida, acrescentar, após, um ponto de interrogação, entre parênteses.
Ex: ORIGEM: Porto, Portugal.
MATERIAL/TÉCNICA: Informar os principais materiais e técnicas empregadas na leitura do objeto, respeitando a ordem de preponderância, partindo dos de maior para os de menor incidência.
Ex: Madeira, latão, borracha / entalhe, moldagem, recorte;
Madeira, pedra / entalhe, douramento, polimento.
MARCAS/INSCRIÇÕES/LEGENDAS: Transcrever diretamente da tela, quaisquer marcas, inscrições, desenhos e legendas existentes, assinalando, após, a sua localização.
1. As transcrições devem vir entre aspas, indicando a mudança de linha através de barra;
Ex: "O sonho do/Pfaraó" - extremidade inferior, centralizada em faixa.
2. No caso de assinatura de autor, copiar a assinatura, citando o local onde está localizada.
3. Quando a assinatura não for identificada, citar não identificada, assinalando o local.
Ex: Assinatura não identificada - canto inferior esquerdo.
DIMENSÕES: Informar altura, largura, profundidade, comprimento e diâmetro em centímetros (cm). Para objetos que possam ser pesados, informar o peso em grama (g). Em caso de moedas, medalhas e insígnias, tomar as medidas em milímetros (mm).
CONSIGNAÇÃO OU PROPRIEDADE: Informar se o objeto é de propriedade do negociante ou se está em seu poder, em consignação.
FOTOGRAFIA DO OBJETO: Anexar cópia fotográfica formato JPG, resolução mínima de 1024 pixels (horizontal ou vertical) e 72 dpi.
B) EM CASO DE DOCUMENTOS ARQUIVISTICOS:
TÍTULO: Informar o título do documento, incluindo o seu tipo ou espécie, e assunto.
AUTOR: Informar o nome completo do(s) autor (es).
DESTINATÁRIO: Informar a quem se destinava o documento.
LOCAL DE PRODUÇÃO: Informar a Cidade em que o documento foi produzido.
DATA: Informar a data em que o documento foi produzido.
EXTENSÃO: Informar o número total de volumes, tomos, rolos, partes, páginas e folhas do documento.
DURAÇÃO: Informar o tempo de duração do registro sonoro ou do filme (em minutos).
ESCALA: Informar em que escala o documento foi produzido.
PRODUTOR OU COLECIONADOR: No caso de conjuntos de documentos: Informar o nome da pessoa, família ou Instituição que produziu ou colecionou o conjunto ou coleção.
C) EM CASO DE LIVROS ANTIGOS E RAROS;
AUTOR: Informar o nome completo do(s) autor (es).
TÍTULO: Informar o nome específico do livro. Deve ser incluído também o subtítulo, quando houver.
EDIÇÃO: Informar o número da edição do livro.
IMPRENSA (LOCAL, EDITORA, DATA): Informar a Cidade em que o livro foi publicado, o nome da editora e o ano da publicação.
EXTENSÃO: Informar o número total de volumes, tomos, partes, páginas e folhas da publicação.
INFORMAÇÃO ADICIONAL: Informar se o exemplar possui marcas de colecionismo, como ex-libris, super-libris, ex-donos, carimbos, marcas de leitura personalizadas, marcas de exemplar de autor, que de alguma forma o personalizem.
CONSIGNAÇÃO OU PROPRIEDADE: Informar se o livro é de propriedade do negociante ou se está em seu poder, em consignação.


Fonte: D.O.U


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 Assunto da Mensagem:
MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 11:21 am 
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Reinado D.Afonso Henriques

Registado: terça jul 21, 2009 12:55 am
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Localização: Rio de Janeiro, Brasil
Sim eu concordo com a lei, mas o cadastro é muito burocrático!!! Tem vendedores que querem se cadastrar a mais de 1 ano e não conseguem!!! E será que eu tenho de me cadastrar para vender um níquel da república a R$ 1,00??? Claro que não!!! Isso é falta de bom senso!!! Tinha de se limitar a vendedores de peças raras, as baratinhas deviam estar fora dessa lei, deveriam avaliar a peça e estipular um valor mínimo por exemplo R$ 500,00, peças abaixo desse valor (de catálogo) podem ser negociadas. :thumbs:

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Rodrigo Leite

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MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 12:56 pm 
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Reinado D.João IV
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Registado: domingo set 07, 2008 3:04 pm
Mensagens: 737
Localização: Brasil, Minas Gerais, Poços de Caldas
Concordo que o IPHAN deva preservar o patrimonio histórico nacional, mas acho que está havendo uma falta de bom senso ou um rigor excessivo na aplicação da lei. Será que eles fazem ideia das milhares ou centenas de milhares de moedas existentes nesse período ????????

Somando as moedas de ouro, prata, cobre e broze que tem na mão de comerciantes e colecionadores, acho que esse numeros deve passar dos milhões :D

Já pensou o IPHAN ter que escanear essa quantidade de moedas :erofl: :erofl: :erofl:

Já tive moedas de bronze que negociei e não passaram de R$1,00 :(

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William Rayel
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MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 12:58 pm 
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Reinado D.Fernando

Registado: segunda jul 10, 2006 8:48 pm
Mensagens: 1376
Localização: Braga - Portugal
:asdf: :asdf: :asdf: :asdf: :asdf: :asdf: :asdf:
É lei da Suíça aplicada a realidade do Congo.
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Ajudem-me a recuperar minhas moedas furtadas por algum funcionário dos vergonhosos e mal administrados Correios do Brasil. Agradeço!

Link para as moedas:

viewtopic.php?f=51&t=42341


Alberto Paashaus


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MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 1:59 pm 
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Reinado D.Afonso Henriques
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Registado: terça nov 09, 2004 2:50 am
Mensagens: 15092
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Agora entendi. Uma Ação Civil Pública do MPF... Com base nessa inst. normativa...
Isso vai ser um saco, pq a regulamentação vai ser demoradíssima! Vai atrapalhar a vida e ganha pão de muita gente, e tbm a vida dos colecionadores.
A prórpia inst. não fala de numismática, por isso já foi abusivo, pois fere direito de propriedade....
Agora estamos bem...

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MensagemEnviado: quarta jul 22, 2009 3:05 pm 
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Reinado D.Afonso Henriques

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Que moral o IPHAN tem para falar de numismática? Eles já destruiram o patrimônio histórico brasileiro e algora querem destruir o patrimônio numismático. :erofl: :erofl: Eles não cuidam bem dos prédios será que vão cuidar bem das moedas? Tudo por causa dessa Instrução Normativa :signhere: .

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Rodrigo Leite

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