As cunhagens clandestinas dos III réis de 1750 e V réis de 1850 insulanos

Moedas cunhadas desde D.Pedro P.Regente até D.Manuel II

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As cunhagens clandestinas dos III réis de 1750 e V réis de 1850 insulanos

#1 Mensagem por EngTrig » terça mar 19, 2019 1:35 pm

Boa tarde,

Está no correio mais um número da Revista Portuguesa de Numismática, Medalhística e Notafilia – MOEDA, o primeiro deste ano de 2019. É pois este o momento ideal para fazer a assinatura da revista e poder saborear em primeira mão as novidades numismáticas que as suas páginas divulgam.
Pages from Capa_1-2019.jpg
Pelo meu lado e na continuação da minha colaboração iniciada em Junho de 2018 com uma série longa de artigos sob o tema “Continuando Teixeira de Aragão”, apresento aos leitores/assinantes da revista o resultado de muitos anos de consultas em arquivos documentais, resumidos e narrados em três novas partes desse trabalho:
Parte 4 – A Pecunia Insulana de 1750: novos testemunhos documentais e nova arrumação numismática.
Resumo: são reveladas as quantidades de moedas de X e de V réis amoedadas em 1750-1751 e enviadas em exclusividade para o Funchal; nenhuma destas moedas foi enviada para os Açores; os III réis de 1750 existem como provas de cunho de época (3 a 5 exemplares) e como cunhagens clandestinas saidas da Casa da Moeda.
Parte 5 – A Pecunia Madeirensis de 1842-1852: novos testemunhos documentais e nova arrumação numismática.
Resumo: são reveladas as quantidades de moedas de XX e de X réis amoedadas com era de 1842 e de 1852 e enviadas em exclusividade para o Funchal; não houve nenhuma amoedação em 1850 destinada á circulação; os V réis e os X réis de 1850 existem como provas de cunho de época (3 a 5 exemplares); a maioria dos V réis de 1850 em colecções públicas e privadas são cunhagens clandestinas saidas da Casa da Moeda.
Parte 6 – Amoedação de cobre para os Açores em 1843-1844: novos testemunhos documentais.
Resumo: são reveladas as quantidades de moedas de XX , de V e de X réis fracos amoedadas com era de 1843; bem como, as quantidades de cada espécie enviadas para os distritos de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada; desfaz-se o mito das supostas falsificações estrangeiras de moeda de cobre açoriana.

Com estes estudos dou por terminada a descrição documental das amoedações privativas das ilhas da Madeira e dos Açores anteriores a 1865. Na próxima revista MOEDA será publicado o estudo dos carimbos GP coroado de 1887 com muitas revelações documentais e numismáticas.
Aos companheiros foristas que desejem assinar a Revista MOEDA, e acompanharem-me nos próximos meses e anos, nesta saga de continuar Teixeira de Aragão, sugiro o contacto com: revistamoeda@hotmail.com

Melhores cumprimentos,
António M Trigueiros
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